terça-feira, maio 02, 2006

O terceiro Segredo




Deparei recentemente com a realidade de que é desconhecido para muitos o terceiro segredo de Fátima, que embora já tenha sido divulgado pelos meios de comunicação, ainda é do desconhecimento de muitos, daí a necessidade deste post sobre o tema.

Os dois primeiros segredos, para quem não se recorda, foram o final da Primeira e o início da Segunda Guerra Mundial e a ascensão e queda do comunismo na União Soviética.

O terceiro segredo consta no seguinte:

A aparição de Maria em Fátima para a irmã Lúcia em 1917, revelou que o último papado seria do décimo segundo papa depois do ocorrido. E o décimo segundo papa foi João Paulo II.

Além disso, a aparição afirmou também que uma autoridade de cargo máximo iria ser assassinada e provocaria a guerra nuclear (possível guerra Irão - Eua, ambos com arsenal nuclear, com G.W.Bush sendo esta autoridade de cargo máximo).


Então, Nossa Senhora, disse a Lúcia que logo após sua morte as coisas iriam acontecendo, como pais matariam filhos, filhos matariam pais e irmãos, como está acontecendo. Desastres naturais em toda a Terra, catástrofes contínuas jamais vistas, como o Tsunami na Ásia, sucessão de terremotos na América do Norte e até no Sul do Brasil.


Só serão salvos os que acreditam e têm fé em Deus, procuram o bem ao próximo e a toda a humanidade. Nos dias que o senhor vier para o julgamento final, que todos fiquem em suas casas e não sejam curiosos, não olhem pela janela o que Deus estará a fazer, porque os espíritos maus estarão rondando a terra e sendo julgados.

Para os que não acreditaram na palavra de Deus, haverá 3 dias de água, fogo, neve e tempestades aterrorizantes para aqueles que não se salvarem. Depois dos 3 dias, tudo voltará ao normal segundo Deus, e só o povo dele continuará aqui ao lado do Senhor. Ele irá girar por 3 graus o eixo da terra, e recolocará depois o seu povo.

Segredo este que foi, inclusive, comentada pelo novo Papa.

Para Ratzinger "a importância da liberdade humana neste segredo é ressaltada: o futuro não é um cenário imutável e a visão de uma criança não é uma previsão infalível do futuro, onde nada pode ser mudado".

Questionado por jornalistas se os segredos de Fátima pertenciam ao passado e não ao futuro, Ratzinger afirmou: "Acho que sim. Aqui, estamos a lidar com uma história muito específica".

Será este terceiro segredo verdade?

Aqui estão os factos, diga a sua opinião, Faça um comentário.

2 comentários:

Anónimo disse...

muito bom post...mas retiro ai a guerra irão-Eua e metia israel - Siria Libano e Irão, porque segundo li no codigo da biblia seria isso que provocaria a Terceira Guerra Mundial, e a ver vamos.

www.reifazdeconta.com disse...

Se nos Lusíadas a ultima palavra define o pecado dos portugueses que nos impede de ser grandes “ Inveja”,

Em Fernando Pessoa que foi para além de grande poeta um iniciado e astrólogo que soube sentir a pátria, o seu estado de alma. No nosso entender ele contribuiu para a descoberta e antevisão do nosso futuro através da sua “Mensagem”

O último poema da mensagem correspondente à 3ª parte (O Encoberto) é precisamente o 5º poema intitulado “ Nevoeiro” curioso é a simbologia a 3ª parte é a ultima parte de uma trilogia, se pensar-mos na trilogia cristã o reino do pai à, 4 mil anos o solstício de primavera dava-se sobre o Egipto, à 2 mil anos na era do filho o solstício dava-se sobre Roma e agora volvidos mais dois mil anos, dá-se sobre a península Ibérica. Por esse motivo as festas de espírito Santo em Tomar e nos Açores.

O facto de ser o 5º poema remete-nos imediatamente para o 5º Império que esteve sempre bem presente ao longo da nossa história nas tradições e na bandeira representado pelos escudetes.

Este poema reflecte o estado a que os nossos políticos levaram o nosso povo:

NEVOEIRO

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.


Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro
Ó Portugal, hoje és nevoeiro…

É a hora!

É fácil pela leitura do poema que dispensa explicações, entender que chegamos ao ponto de dizer que é a nossa hora enquanto povo, de reagirmos de cumprir o destino de ser português!

O destino de Portugal é fundar o 5º Império e o 5º Império o que é? Quanto a mim é uma nova forma de governar e fazer politica que vai trazer aos povos a “Pax in Excelsis”

No segundo poema dos símbolos do Encoberto Pessoa dá-nos a receita para nos libertarmos:

Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até a mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!

Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz –
Ter por vida a sepultura.

Eras sobre eras se somem
No tempo que em eras vem.
Ser descontente é ser homem
Que as forças cegas se domem
Pela visão que a alma tem!

Só através da mobilização e da manifestação do descontentamento e da acção sobre as forças maléficas (o poder actual) o bem se pode impor.

No 3º Aviso sobre o desejado o poeta escreve:

Screvo meu livro à beira mágoa.
Meu coração não tem que ter.
Tenho os meus olhos quentes de água
Só tu, Senhor, me dás viver.

Aqui o poeta identifica o desânimo e o choro que vai na alma dos portugueses!

Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos, enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a hora?

O poeta aqui identifica o tal sentido da hora de mudança com a vinda do Rei. Quando chega a hora do rei e da mudança, interroga-se.
Quando virás a ser o Cristo
De aquém morreu o falso Deus,
E a despertar do mal que existo
A Nova Terra e os Novos Céus?

O poeta aqui pergunta quando serás a luz, o escolhido, quando acabará a mentira do falso rei. Quando nos livrarás do mal em que vivemos e quando irás trazer a nova esperança e vida?

Quando virás, ó encoberto
Sonho das eras português
Tornar-te mais que o sopro incerto
De um grande anseio que Deus fez?

O poeta aqui pergunta, quando é que apareces para o povo te conhecer?

Mas afinal quem é o encoberto, o Rei que todos procuramos para realizar o sonho da alma pátria e cumprir Portugal?

O ENCOBERTO:

Que símbolo fecundo
Vem na aurora ansiosa?
Na Cruz Morta do Mundo
A Vida que é a Rosa

Que símbolo divino
Traz o dia já visto
Na Cruz, que é o destino
A Rosa que é o Cristo.
Que símbolo final
Mostra o Sol já desperto
Na Cruz morta e fatal
A Rosa do encoberto


A Vida que é a Rosa; A Rosa que é o Cristo; A Rosa do encoberto, as rosas multiplicam-se dando origem a um rosário ou campo de rosas. Rosário? D. Rosário!

Se duvidas houvesse acerca de D. Rosário ser o encoberto, vejamos:

As Ilhas afortunadas:

São ilhas afortunadas
São terras sem ter lugar,
Onde o Rei mora esperando.
Mas se vamos despertando,
Cala a voz, e há só o mar.

Calma

Que costa é que as ondas contam
E não se pode encontrar
Por mais naus que haja no mar?
O que é que as ondas encontram
E nunca se vê surgindo?
Este som de o mar praiar
Onde é que está existindo?

Ilha próxima e remota,
Que nos ouvidos persiste,
Para a vista não existe.
Que nau, que armada, que frota
Pode encontrar o caminho
À praia onde o mar insiste,
Se à vista o mar é sozinho?

D. Rosário nasceu na Sicília que é na realidade uma ilha próxima e remota.

Haverá rasgões no espaço
Que dêem para o outro lado
E que, um deles encontrado,
Aqui onde há só sargaço,
Surja uma ilha velada,
O país afortunado
Que guarda o rei desterrado
Em sua vida encantada?

Rasgões no espaço, refere-se a vinda do Rei desterrado de avião, o Rei que tem uma vida encantada, ora todos sabemos que D. Rosário tem uma vida desafogada uma excelente família e uma linda esposa, que melhor um homem pode ter?

O desejado:

Onde quer que entre sombras e dizeres
Jazas remoto, sente-te sonhado

O assunto D. Rosário e D. Maria estavam mortos, mas alguém sonhava com o Desejado!

E ergue-te do fundo de não – seres
Para o teu novo fado!

O facto de não seres filho de D. Maria o facto de não seres português de nascimento, não te impede de cumprires o teu destino, como Desejado!

Vem Galaaz com a pátria, erguer de novo,
Mas já no auge da suprema prova
A alma penitente do teu povo
À eucaristia Nova

Vem fiel cavaleiro, aquele a quem foi confiada a missão, vem erguer a pátria e celebra com o teu povo um novo compromisso, uma forma diferente de fazer e viver a vida!
Galaaz é o cavaleiro a quem se confiam missões, como D. Maria confiou e bem em D. Rosário!

Mestre da paz, ergue o teu gládio ungido,
Excalibur do Fim, em jeito tal
Que sua Luz ao mundo dividido
Revele o santo Graal!

Revela ao povo a tua força e a tua bondade de forma tal que as pessoas divididas, vejam a verdade, o santo Graal!